28/05/2012
21/05/2012
The 54th Grammy's - We Are Music
Amazing work for the campaign of 54th Grammy Award.
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Excelente trabalho para a campanha do 54º Evento Grammy Award.
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09/05/2012
Fiat 500 Women's Race
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It's time to think in English
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08/05/2012
BrookFarm
Designed by SHFT Inc., Jakarta, Indonesia.
Design de SHFT Inc., Jacarta, Indonésia
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Design de SHFT Inc., Jacarta, Indonésia
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07/05/2012
03/05/2012
Angry Birds Pantone
Aren't they adorable? Now they have their own pantones.
Não são adoráveis? Agora têm os seus próprios pantones.
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Lisboa - A Cidade Túristica
Parte 1
Subir a Rua Augusto Rosa seria para uns um tormento, para outros um hábito do dia-a-dia, ou ainda, para uns outros tantos, uma curiosidade. A ninguém passa despercebida tal monstruosidade colossal que se ergue ali no cimo da rua, imponente e vistosa, gigantesca e maciça; ninguém consegue não desviar o olhar por míseros segundos só para vislumbrar, mais uma vez, a beleza majestosa da nossa Sé.
Poisa ali, entre casas e casinhas todas amontoadinhas umas ao lado das outras, pintadas de verde extinto, amarelo suave, leite-creme, como se nas suas próprias cores se apagassem da paisagem citadina. Ao seu lado parecem inexistentes, como simples formigas ao lado dum ciclópico gigante. Ninguém, que por ali passa, olha para elas pois são iguais a tantas outras, antigas e velhas como tantas outras, e as pessoas que ali vivem só sabem que existem porque lhes pertencem. À frente da Sé encontra-se um edifício, não muito alto, que chama a atenção pelos capitéis jónicos embutidos em falsas colunas nas paredes e pelos telhados de seis e quatro águas. É um edifício peculiar que se destaca de todos os outros à sua volta; talvez os mais eruditos dissessem que remota da época clássica, talvez outros mais consciencializados afirmassem que é apenas de influência neoclássica. No entanto, isso não interessa à maior parte das pessoas que ali vão, para elas é apenas mais um mamarracho que pretende distrair, sem efeito, a atenção das pessoas que está apenas focalizada para a Sé.
Durante uns tempos esteve ali um cartaz publicitário que apelava à escolha do Partido Comunista Português e dizia “Direito à reforma. As pensões não podem baixar”. Enfim, a política e o seu sentido de oportunismo. Uma genial tentativa de persuasão junto da população mais velha que, só por acaso, é a que por ali mais se encontra diariamente nas missas à Terça, ao Sábado e ao Domingo; isto para não falar da quantidade de pessoas que ali vão em excursões. São demasiados signos visuais colocados em locais estratégicos que deixam as pessoas em dúvidas constantes. Contudo, há sempre quem não se interesse por quaisquer publicidades elucidativas e promissoras, pois tem noção dos seus próprios ideais e princípios políticos.
Do outro lado da rua está um quiosque em tons de um verde forte e escuro que vende tudo. Tudo aquilo que aos turistas é imprescindível e muito mais. Para os turistas, tem na sua posse souvenirs, postais com fotografias da Sé e de outros pontos de interesse que habitam na cidade de Lisboa, lembranças em miniatura, enfim de tudo um pouco. O muito mais tem a ver com as revistas e jornais que os moradores que ali vivem procuram diariamente.
Agora olhavam para aqueles postais um homem e uma mulher dispostos a dar o dinheiro que fosse por uma fotografia daquele local que eles próprios não conseguiram tirar. Um postal que possivelmente nunca viria a ser enviado por correio e que iria ficar para sempre fechado e perdido dentro duma gaveta numa secretária ou num armário em algum sítio.
Abstenho-me de tudo o que se passa a minha volta e olho apenas a igreja magnífica que tenho à minha frente. Que mais me poderia interessar se não aquela entrada sublime com um arco de volta perfeita a guardá-la? Que interesse teria subir aquela rua para no fim não entrar e ver a sua verdadeira beleza por detrás daquelas enormíssimas paredes de pedra impenetráveis? Atrás de mim passa o eléctrico, os carros, duas senhoras idosas que conversam e, por sua uma vez, olham de soslaio para a minha Sé, que também é delas.
Poisa ali, entre casas e casinhas todas amontoadinhas umas ao lado das outras, pintadas de verde extinto, amarelo suave, leite-creme, como se nas suas próprias cores se apagassem da paisagem citadina. Ao seu lado parecem inexistentes, como simples formigas ao lado dum ciclópico gigante. Ninguém, que por ali passa, olha para elas pois são iguais a tantas outras, antigas e velhas como tantas outras, e as pessoas que ali vivem só sabem que existem porque lhes pertencem. À frente da Sé encontra-se um edifício, não muito alto, que chama a atenção pelos capitéis jónicos embutidos em falsas colunas nas paredes e pelos telhados de seis e quatro águas. É um edifício peculiar que se destaca de todos os outros à sua volta; talvez os mais eruditos dissessem que remota da época clássica, talvez outros mais consciencializados afirmassem que é apenas de influência neoclássica. No entanto, isso não interessa à maior parte das pessoas que ali vão, para elas é apenas mais um mamarracho que pretende distrair, sem efeito, a atenção das pessoas que está apenas focalizada para a Sé.
Durante uns tempos esteve ali um cartaz publicitário que apelava à escolha do Partido Comunista Português e dizia “Direito à reforma. As pensões não podem baixar”. Enfim, a política e o seu sentido de oportunismo. Uma genial tentativa de persuasão junto da população mais velha que, só por acaso, é a que por ali mais se encontra diariamente nas missas à Terça, ao Sábado e ao Domingo; isto para não falar da quantidade de pessoas que ali vão em excursões. São demasiados signos visuais colocados em locais estratégicos que deixam as pessoas em dúvidas constantes. Contudo, há sempre quem não se interesse por quaisquer publicidades elucidativas e promissoras, pois tem noção dos seus próprios ideais e princípios políticos.
Do outro lado da rua está um quiosque em tons de um verde forte e escuro que vende tudo. Tudo aquilo que aos turistas é imprescindível e muito mais. Para os turistas, tem na sua posse souvenirs, postais com fotografias da Sé e de outros pontos de interesse que habitam na cidade de Lisboa, lembranças em miniatura, enfim de tudo um pouco. O muito mais tem a ver com as revistas e jornais que os moradores que ali vivem procuram diariamente.
Agora olhavam para aqueles postais um homem e uma mulher dispostos a dar o dinheiro que fosse por uma fotografia daquele local que eles próprios não conseguiram tirar. Um postal que possivelmente nunca viria a ser enviado por correio e que iria ficar para sempre fechado e perdido dentro duma gaveta numa secretária ou num armário em algum sítio.
Abstenho-me de tudo o que se passa a minha volta e olho apenas a igreja magnífica que tenho à minha frente. Que mais me poderia interessar se não aquela entrada sublime com um arco de volta perfeita a guardá-la? Que interesse teria subir aquela rua para no fim não entrar e ver a sua verdadeira beleza por detrás daquelas enormíssimas paredes de pedra impenetráveis? Atrás de mim passa o eléctrico, os carros, duas senhoras idosas que conversam e, por sua uma vez, olham de soslaio para a minha Sé, que também é delas.
02/05/2012
Jeffrey Campbell ♥
I have something I need to confess... I'm in love with these boots!
Tenho algo a confessar... Estou apaixonada por estas botas!
More: shopping e moda
Tenho algo a confessar... Estou apaixonada por estas botas!
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Francesco Zorzi
Series of acrylic paintings done by Francesco Zorzi. Those illustrations were created for use in his master thesis in product design.
Pinturas em acrílico de Francesco Zorzi. Estas ilustrações foram criadas para a sua tese de mestrado em Design de Produto.
More: pikaland
Pinturas em acrílico de Francesco Zorzi. Estas ilustrações foram criadas para a sua tese de mestrado em Design de Produto.
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