Criança Outrora!
Estava ali,
Mas era apenas pó...
Maldita prisão
Que me cerca!
Pássaro,
Liberdade,
Perca,
A menina que fui
Nunca em anjo se tornou...
Olho-te,
E é como se me olhasse,
Como se em teus olhos poisasse
A mesma tristeza dos meus!
Oh ave minha!...
Doce paraíso que luz,
Hábil rainha
Do país da fantasia
Que me seduz!
Voo,
Quando estás presente,
Pois em tuas asas, somente
Sou o azul da aurora,
Transparente,
Criança outrora!
7 retratos:
A liberdade... Será que existe mesmo liberdade. Talvez para os pássaros, e mesmo assim têm os seus predadores.
Fica bem.
Felicidades.
Manuel
Lindo poema. Só um reparo, e espero que não me leves a mal, é "ó ave minha", pois trata-se de um vocativo.
Quanto a essa música, amo!
****
Rute:
Então se é um suspirozinho já é "oh". Não te queria confundir, desculpa.
E sou reikiana e o reiki funciona mesmo. É verdade!
Beijo.
Hmpf..eu aqui cheoa de preguiça de fazer login e acabo por ter q escrever mais pq me esqueci de assinar o post. Sou rotten_apple, pois claro.
Rute.
Não ligues ali à Rotten_apple, mais parece um corrector :| (é uma trenga ela!)
Gostei do textinho =) Gosto de te visitar...
Bjufas
Mariana:
Eu logo te digo quem é corrector e trenga. Levas um tiro! :P
Poema muito bonito, no entanto vivemos livres num prisão...
"Olho-te,
E é como se me olhasse,
Como se em teus olhos poisasse
A mesma tristeza dos meus!"
Gostei muito! =)
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