Sábado, Fevereiro 14, 2009

Diamantes ao sol



Que felicidade essa que nos apaga por dentro e nos encanta enquanto se some numa chama avalassadora e terna. O que poderia fazer se não pudesse sucumbir a minha vontade de te adorar. Não poder dizer nada nem falar, pronunciar o que quer que seja desta minha boca que se desfaz em cinzas só por saber que estás do outro lado do mar à espera de um sorriso meu para voltares a saborear o doce perfume do amor.
Retornar ao passado não é um privilégio mas um suplício para nós. Não há passado então, deixemos que o futuro nos diga que caminho tomar, que escolha decidir. A complicação persegue o ser humano na sua forma mais intíma e impessoal. Querer sorrir sem saber como o fazer sem que notes que a minha felicidade é muito mais grandiosa que outrora.
Gostaria de entender se realmente estás aí para mim ou se o mundo passa ao teu lado, e eu com ele, sem que te apercebas.
Já não sei se os problemas simplesmente aparecem ou se somos nós que os criamos. É tão difícil entender a tua personalidade, o teu impacto nas nossas vivências. Tu nunca estás neste mundo, habitas completamente num à parte, paralelo a este e a todos os outros que por ai existam.
Nunca sei dar-te valor e nunca saberei o que irás querer num outro dia qualquer...

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